Reunião: Social media

A primeira reunião do grupo teve lugar em Março. Tema: os social media. Aqui estão as notas dessa reunião e alguns links interessantes no fim.

A nossa presença nos social media

  • Estamos nestas redes porque é aqui que estão as pessoas;
  • Assumir uma personalidade; as pessoas devem sentir que há alguém do outro lado que comunica com elas;
  • Humanizar a instituição;
  • Manter uma linguagem informal, mas com sentido do bom senso; encontrar o tom certo
  • Importante ter alguma autonomia para se poder gerir a ’voz’;
  • Identificar a pessoa que escreve sempre que necessário ou solicitado;
  • Trabalha-se mais no Facebook. O Twitter, que consideramos que registou um decréscimo em termos de utilização, necessita de uma alimentação constante e não parece ser o meio adequado para uma instituição, porque o público cansa-se;
  • A associação do Facebook ao Twitter, para actualização automática do segundo através do primeiro, poderá não agradar aos fãs de um e do outro, que gostam de ter acesso a conteúdos criados de propósito para cada meio;
  • É importante cada instituição perceber qual o número máximo de posts por dia de forma a evitar a saturação da sua presença
  • Criar conteúdos específicos para o facebook que não têm obrigatoriamente que fazer ligação directa à instituição ou aos espectáculos em cena – temas transversais
  • Funcionam melhor os posts com fotos/vídeos/música com links para textos – as pessoas não têm tempo para ler muito normalmente.

Escolher o meio
Opções do Teatro Maria Matos
Blog: dar voz aos programadores
Facebook: uma linguagem mais descontraída e jovem
Twitter: alimentação muito regular, conteúdos e tom diferente
Newsletter electrónica semanal: behind-the scenes, histórias do dia-a-dia, linguagem muito pessoal e informal.

A estratégia

  • Considerar com antecedência de algumas semanas a programação e identificar os espectáculos que precisam de maior divulgação, por exemplo, porque não vendem muito ou porque é preciso alertar o público que já há poucos bilhetes.
  • Deixar de utilizar o Facebook para enviar convites para eventos regularmente, ter uma agenda como suporte e canal de comunicação com os eventos no site das instituições, e apostar sobretudo na criação de conteúdos próprios.
  • Enriquecer os materiais/conteúdos disponibilizados a público e jornalistas: vídeos (ensaios, conversa com criativos) e fotografias. Porque é que não se pode perder um determinado espectáculo?
  • Convidar pessoas a escrever sobre e por nós – partilhar perfil

Resultados / Avaliação

  • Se os conteúdos forem interessantes ou diferentes, as pessoas partilham e ajudam a promover os espectáculos. Os ‘likes’ nos posts funcionam na divulgação entre amigos!
  • Graças aos links, regista-se aumento das visitas ao site;
  • Avaliação empírica na maioria dos casos; sentimos o retorno através das reacções imediatas das pessoas, da partilha de conteúdos; funciona como word of mouth.
  • Aumenta a visibilidade, mas não se traduz necessariamente em vendas de bilhetes.
  • Boa prática a realização de passatempos, desde que seja regular e ofereça poucos bilhetes de cada vez ( por exemplo, 2 duplos)
  • Mini-inquéritos para saber como é que as pessoas souberam, para poder avaliar o retorno do Facebook.

Links interessantes

Museum Strategy Blog
Museum Marketing
Arts Engagement Exchange
Social Media Strategy
Altitude Branding
WE are MEDIA
Online Marketing Blog
Mashable – The Social Media Guide
Art of Social Media
Os novos alvos das redes sociais (Público, 24.05.2009)

mv

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