Kickstarter: sobre crowd-funding

Leiam aqui sobre o projecto de crowd-funding Kickstarter.

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Sobre o acesso

Opinião sobre questões de custos, preço e acesso aqui.

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“Text your encore”…

O Mann Center for the Performing Arts experimenta novas ideias no uso dos social media na relação com os públicos. O artigo pode ser lido aqui.

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Actores de Broadway “tweetam” dos bastidores

Artigo a ler aqui.

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Reunião: Inovar contra a crise

No fim do mês de Maio, a Sala de Ensaios reuniu na Fundação calouste Gulbenkian. Tema: Inovar contra a crise

 

Na introdução ao tema, tendo em conta que se havia realizado a apresentação da nova temporada Gulbenkian Música no dia anterior (para a imprensa, de manhã; para o público, à tarde), foi referido que a Fundação não irá aumentar o preço dos bilhetes, que na temporada 2010/11 já tinham sido mais estratificados, incluindo os “bilhetes de última hora” para jovens, uma iniciativa com sucesso. Em termos de bilheteira (relativamente à temporada de música), houve um aumento na venda de bilhetes e a ocupação média das salas encontra-se na ordem dos 72%. A diversificação de preços permite ao público adquirir bilhetes mais baratos. Também se verificou que os concertos com solistas da Orquestra Gulbenkian no Grande Auditório, de entrada livre, têm estado sempre cheios, ao contrário do que se verificou em anos anteriores, quando estes concertos tinham lugar no Auditório 2, com uma capacidade muito mais reduzida. Quanto às exposições na Fundação, também foi referido que há um aumento muito significativo de visitantes ao domingo, quando a entrada é livre. (O preço normal de entrada numa exposição é em média de 4 euros.)

Sobre a apresentação da temporada de música ao público (Grande Auditório), foi referida a presença do director do Serviço de Música (Risto Nieminen), como “mestre de cerimónias”, o que permite uma maior proximidade com o público. A convocatória para esta apresentação foi feita por email para a base de dados do Serviço de Comunicação que conta actualmente com cerca de 20 mil subscritores. No final da apresentação, muitas pessoas dirigiram-se directamente ao director.

Inovar passa muito pela programação, disse-se a propósito da inclusão de Fado (António Zambujo) no ciclo de Música do Mundo na temporada Gulbenkian.

Inovar:

  • No preço dos bilhetes;
  • Na programação.

Vantagem dos cartões (Cartão Gulbenkian, Cartão CCB, etc.) é permitirem maiores descontos, que podem chegar aos 30%, para público assíduo e famílias.

Há “públicos estanques”? Verifica-se que não. Quando a programação mistura registos diferentes, há contaminação e o público tende a aderir.

Cenário de crise: em que medida é que “a crise” se reflecte nos hábitos culturais?

Em certos casos, é impossível baixar mais o preço dos bilhetes e rejeitamos um cenário em que tudo seja de entrada livre.

É uma “boa programação” que enche as salas, não o preço dos bilhetes. E é essencial pensar no calendário e na apresentação dos espectáculos.

As instituições devem aprender com as experiências, mas devem também manter o seu papel educativo, não descurando o feed-back do público.

A Comunicação, por outro lado, deve utilizar o seu capital de influência junto dos programadores, discutindo aspectos relacionados com a afluência de público, em termos de calendário, etc.

E há diálogo entre programadores? Verifica-se que a oferta é grande mas muitas vezes repetitiva.

Eventos em dias feriados ou datas associadas a festas tradicionais podem resultar, dependendo da forma como se apresentam. A (longa) duração pode não ser por si só um factor de dissuasão. O “passa-palavra” continua a ser muito importante.

Necessidade de fazer um histórico dos últimos anos, em termos de bilheteiras, para fins comparativos (entre instituições), cruzando dados, numa lógica de cultura de avaliação.

Planos de contingência: o que fazer, em última instância, quando um espectáculo não está a vender? Que soluções criativas é que as instituições podem adoptar?

  • Bilhetes de última hora: devem ser vendidos pela própria instituição ou externamente?
  • Tema polémico: em que medida se pode ou se deve associar a venda de bilhetes para um espectáculo a sites de descontos “massificados” (produtos não culturais);

Necessidade de oferecer bilhetes ou realizar passatempos de acordo com um planeamento estratégico.

Provocação para o sector: “obrigar” os programadores a repensar a oferta cultural, há muitas sobreposições entre instituições; há iniciativas que o sector privado pode assumir, e melhor do que o sector público.

Papel da Comunicação nas instituições: não deve servir apenas para Planos B, mas deve ser ouvida desde o início, no que toca a questões de calendário, de sobreposições, etc. A intenção não é influenciar ao nível do conteúdo programático ou da direcção artística, mas chamar a atenção para situações práticas a evitar.

Inovar contra a crise: apostar nas parcerias (também com os privados) e na contaminação de géneros e públicos.

No final da reunião, foi sugerido que cada equipa de comunicação trouxesse para o próximo encontro uma ideia concreta de inovação contra a crise. Como exemplo, foi referido que a Culturgest começou a enviar convites por email, em vez de serem remetidos em papel – por questões ecológicas – uma iniciativa à qual o público aderiu espontaneamente.

Cada equipa comprometeu-se também a reunir informação sobre a ocupação de sala mensal: Setembro, Janeiro e Março – temporada 2009/2010. Depois cada equipa selecciona na sua programação dois “casos tipo”: um de sucesso e outro que tenha corrido pior, em termos de público.

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Social media e jornalismo tradicional

Um post interessante no blog Arts marketing sobre a forma como os social media afectam o jornalismo tradicional. É estranho, mas nos EUA um espectáculo pode ser visto para se fazer crítica antes da estreia. Não se faz a distinção entre notícia e crítica.

mv

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Dynamic pricing

Algumas ideias sobre dynamic pricing aqui.

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